Barbara Jones Hogu, Unite (First State), 1969

ÚLTIMOS DIAS

Anna Maria Maiolino, In ATTO

 

Lugares do Delírio, coletiva no Sesc Pompeia, até 1/7

Idealizada por Paulo Herkenhoff e curada por Tânia Rivera, apresenta cerca de 150 trabalhos – entre instalações, mapas, performances, pinturas e objetos – de diversos artistas, como Cildo Meireles, Laura Lima, Anna Maria Maiolino, Arthur Bispo do Rosário, Fernand Deligny, Lygia Clark, Raphael Domingues, Gustavo Speridião, Fernando Diniz, Cláudio Paiva, Geraldo Lúcio Aragão e outros. Trata-se de uma reflexão política, ética e estética sobre loucura e arte.


Alfredo Volpi, Bandeiras e mastros, década de 1970

Alfredo Volpi, individual no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), até 1/7

 

“O mundo começa a descobrir Volpi”, destaca Zivé Giudice, diretor do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) onde, atualmente, 33 obras do artista ítalo-brasileiro são exibidas. A mostra é um dos frutos do grande esforço que a gestão do museu tem feito ao lado de parceiros para driblar a crise orçamentária.


Emmanuel Nassar, Holywood, 1989

Emmanuel Nassar: 81-18, individual na Pinacoteca Estação, até 2/7

Com sua produção, Nassar provoca reflexões sobre o “erudito” e o “popular”. Suas pinturas e objetos estão marcados por interações aparentemente banais: das logomarcas pintadas em fachadas de rua à geometria rigorosa que remete ao concretismo brasileiro; da pintura popular do circo e do parque de diversões que circula o país à ironia da arte-pop americana.


ABERTURAS

Barbara Jones Hogu, Unite (First State), 1969

Histórias Afro-atlânticas, coletiva no Instituto Tomie Ohtake, abertura em 30/6

Cotada como a grande exposição do ano, apresenta cerca de 400 obras de mais de 200 artistas, tanto do acervo das instituições sediadoras, quanto de coleções brasileiras e internacionais, incluindo desenhos, pinturas, esculturas, filmes, vídeos, instalações e fotografias, além de documentos e publicações, de arte africana, europeia, latino e norte-americana, caribenha, entre outras. A mostra também ocorre no MASP.


Cyra Moreira, Sem Título, 2018

A Biblioteca que Eu Vi, coletiva na Biblioteca Mário de Andrade, até 12/08

Reúne trabalhos do grupo Pigmento, formado há sete anos por doze artistas visuais que priorizam a linguagem da pintura, como Adriana Pupo, Céci Pastore, Cyra de Araújo Moreira, Elisa Bueno, Fábio Hanna, Helena Carvalhosa, Lilian Camelli, Mariana Mattos, Marina de Falco, Renata Pelegrini, Rosana Pagura e Vera Toledo. Inclui ainda obras, livros, objetos e documentos do acervo da própria biblioteca. Curadoria de Marcelo Salles


Javier Velazquez Cabrero e Pedro Mira, El prisioneiro cognitivo

14ª Verbo – Mostra de Performance Arte, coletiva na Galeria Vermelho e no Galpão VB, de 3 a 7/7

Para a edição 2018, foram selecionadas palavras-chave a partir das quais os artistas interessados em participar dessa edição poderiam elaborar seus projetos. Foram aceitos também projetos criados a partir de 2016 que dialogassem com uma ou várias das palavras-chave: censura, corrupção endêmica, cultura, desobediência civil, ditadura, Estado de direito e Estado de exceção, ética, extremismo religioso, pós-feminismo, gênero, gentrificação, justiça, levante, LGBTQI, manipulação da notícia, patrulha intelectual, pobreza, polícia, populismo, pós-verdade, racismo e violência. A mostra acontece entre 3 e 6/7 na Galeria Vermelho e em 7/7 no Galpão VB.


Porfirio Valladares, ‘(i)móvel 7’, 1954

Porfírio Valadares: (i)móveis, individual na galeria Bergamin & Gomide, abertura em 4/7

O conceito da mostra está relacionado à inquietação de Porfírio com as moradias das metrópoles. “Esse nome, (i) móveis, me parece provocador, mexe com a ideia de móveis – já que todos eles são gaveteiros em última instância – e também com a de lançamento imobiliário feito por construtoras, que costumam colocar maquetes dos edifícios que pretendem construir em seus estandes de vendas com o objetivo de seduzir eventuais compradores.”


Lilian Maus, ‘Memorial de um pé-de-pera’, 2017

O Lugar Enquanto Espaço, coletiva na Baró Galeria, abertura em 30/6

Com curadoria de Francisco Dalcol, é definida pelo próprio curador como “uma mostra coletiva que intenta compartilhar um pensamento que se faz espacial à medida que se pratica o lugar de exposição. Praticar em duplo-sentido: na colaboração entre artistas e este crítico — ora curador — na concepção da visualidade que se quer dar a ver; mas também pela experiência do espectador que adentra esse campo de sentidos e o percorre conforme seus parâmetros de acesso e navegação.”

 

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